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Inteligência Artificial Na Arbitragem
LC- GTIN / EAN
- 9788582426647
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Inteligência Artificial Na Arbitragem é fabricado pela LC, na categoria Livros, com código de barras 9788582426647.
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9788582426647
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Descrição do produto
PREVISÃO DE LANÇAMENTO: 05/10/2026. Inteligência Artificial na Arbitragem - 1ª Ed - 2026. Governança, Supervisão Humana e Indelegabilidade da Função Decisória. A incorporação de sistemas de inteligência artificial às atividades jurídicas deixou de ser fenômeno periférico: na arbitragem, ela reorganiza o modo como as informações são produzidas, hierarquizadas e apresentadas àqueles que julgam. Quando a tecnologia deixa de ser mero suporte logístico e passa a interferir na formação do convencimento, na identificação dos argumentos relevantes, na compreensão da prova e até na redação da sentença, surge um problema jurídico novo e é dele que trata este livro. Fruto de pesquisa de pós-doutorado desenvolvida na Universidade Federal do Rio Grande do Sul, a obra recusa tanto o entusiasmo tecnológico acrítico quanto a resistência à inovação e propõe uma teoria jurídica da governança dos sistemas de inteligência artificial na arbitragem, fundada na centralidade da decisão humana como núcleo indelegável. O autor demonstra que a legitimidade do uso dessas ferramentas não decorre de uma autorização genérica da técnica, mas da existência de uma arquitetura integrada de governança que preserve a pessoalidade da função do árbitro, gradue os controles conforme o risco e converta princípios abstratos em deveres verificáveis. O percurso vai do diagnóstico à construção normativa. O primeiro capítulo examina os pressupostos tecnológicos e os fundamentos jurídicos da adoção de IA no procedimento arbitral e mapeia o quadro transnacional de diretrizes (SVAMC, Ciarb, SCC, AAA-ICDR, ICC, ICCA, IBA e UNCITRAL). O segundo sistematiza uma arquitetura principiológica de legitimidade - centralidade humana, supervisão humana significativa (human-in-the-loop), transparência, explicabilidade, rastreabilidade, verificabilidade, segurança e proteção de dados, igualdade e paridade tecnológica, proporcionalidade e accountability. O terceiro converte esses princípios em deveres do árbitro e em um modelo de governança, delimita a fronteira entre atividades de apoio e o núcleo decisório indelegável, trata dos poderes do tribunal e da governança institucional das câmaras, e oferece uma proposta de protocolo brasileiro para o uso de IA na arbitragem. A tese que orienta o trabalho pode ser sintetizada numa fórmula: a arbitragem deve permanecer tecnologicamente assistida, porém humanamente conduzida, compreendida e decidida. Leitura indispensável para árbitros, advogados, procuradores, câmaras arbitrais, estudiosos do direito digital e todos os que se ocupam da governança da inteligência artificial aplicada à resolução de conflitos.
Ficha técnica
- sinopse
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Inteligência Artificial na Arbitragem - 1ª Ed - 2026.Governança Supervisão Humana e Indelegabilidade da Função Decisória.A incorporação de sistemas de inteligência artificial às atividades jurídicas deixou de ser fenômeno periférico: na arbitragem ela reorganiza o modo como as informações são produzidas hierarquizadas e apresentadas àqueles que julgam. Quando a tecnologia deixa de ser mero suporte logístico e passa a interferir na formação do convencimento na identificação dos argumentos relevantes na compreensão da prova e até na redação da sentença surge um problema jurídico novo e é dele que trata este livro.Fruto de pesquisa de pós-doutorado desenvolvida na Universidade Federal do Rio Grande do Sul a obra recusa tanto o entusiasmo tecnológico acrítico quanto a resistência à inovação e propõe uma teoria jurídica da governança dos sistemas de inteligência artificial na arbitragem fundada na centralidade da decisão humana como núcleo indelegável.O autor demonstra que a legitimidade do uso dessas ferramentas não decorre de uma autorização genérica da técnica mas da existência de uma arquitetura integrada de governança que preserve a pessoalidade da função do árbitro gradue os controles conforme o risco e converta princípios abstratos em deveres verificáveis.O percurso vai do diagnóstico à construção normativa. O primeiro capítulo examina os pressupostos tecnológicos e os fundamentos jurídicos da adoção de IA no procedimento arbitral e mapeia o quadro transnacional de diretrizes (SVAMC Ciarb SCC AAA-ICDR ICC ICCA IBA e UNCITRAL).O segundo sistematiza uma arquitetura principiológica de legitimidade - centralidade humana supervisão humana significativa (human-in-the-loop) transparência explicabilidade rastreabilidade verificabilidade segurança e proteção de dados igualdade e paridade tecnológica proporcionalidade e accountability. O terceiro converte esses princípios em deveres do árbitro e em um modelo de governança delimita a fronteira entre atividades de apoio e o núcleo decisório indelegável trata dos poderes do tribunal e da governança institucional das câmaras e oferece uma proposta de protocolo brasileiro para o uso de IA na arbitragem.A tese que orienta o trabalho pode ser sintetizada numa fórmula: a arbitragem deve permanecer tecnologicamente assistida porém humanamente conduzida compreendida e decidida. Leitura indispensável para árbitros advogados procuradores câmaras arbitrais estudiosos do direito digital e todos os que se ocupam da governança da inteligência artificial aplicada à resolução de conflitos. - CODPROERP
- LV559244
- Formato
- BROCHURA
- Número de Páginas
- 144
- Subtítulo
- GOVERNANÇA, SUPERVISÃO HUMANA E INDELEGABILIDADE DA FUNÇÃO DECISÓRIA
- Titulo
- Inteligência Artificial Na Arbitragem
- Editora
- EDITORA FOCO
- Autor
- JOSE LUIZ DE MOURA FALEIROS JUNIOR
- Ano da Edição
- 2026
- EAN13
- 9788582426647
- Edição
- 1
- Idioma
- PORTUGUES
- Fabricante
- EDITORA FOCO
- ISBN
- 858242664X
- Páginas
- 144
- Peso
- 0.216
Tributos e contexto fiscal
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IBS/CBS: o cClassTrib acima vem do enquadramento do NCM; percentuais dependem da operação, regime, data e destino.