Livros
Relações Eletrônicas De Consumo
LC- GTIN / EAN
- 9788582425053
- NCM
- Não informado
- CEST
- Não informado
- Conteúdo
- Não informado
Dados de produto preservados no idioma original.
Relações Eletrônicas De Consumo é fabricado pela LC, na categoria Livros, com código de barras 9788582425053.
Fonte: SI5 Global · atualizado em 05/10/2026
Preço base (referência): R$ 216,90 — coletado em livrariascuritiba.com.br em 05/10/2026, pode não estar atualizado
Código de barras
9788582425053
Classificação fiscal
Sem classificação fiscal cadastrada.
Descrição do produto
Relações Eletrônicas de Consumo 2ª Ed - 2026 O livro analisa a interação do consumidor com as novas tecnologias, relação essa assimétrica e marcada pelo agravamento de sua vulnerabilidade, exigindo respostas rápidas e modelos regulatórios eficazes, seja na rediscussão dos limites éticos necessários nessa interação muitas vezes forçada e determinista da inteligência artificial, seja no aspecto do controle e responsabilidade das plataformas eletrônicas na economia de dados pessoais em crescente expansão. Propõe-se, também, a ressignificar o papel do Estado como agente regulatório responsável e respeitado pelasBig Techs, assim como sugere um novo empoderamento do consumidor a partir de um modelo de identitário que melhor qualifique suas escolhas no mercado de consumo. A recepção alcançada pela primeira edição desta obra revelou algo que ultrapassou as expectativas meramente editoriais: demonstrou a existência de uma inquietação teórica real e duradoura acerca do modo como a tecnologia reconfigura as relações de consumo. As provocações trazidas no livro não são circunstanciais, e sim estruturais na sociedade digital contemporânea. A segunda edição reafirma essa permanência temática. O avanço acelerado da inteligência artificial, da plataformização e da economia de dados não tornou obsoletas as premissas anteriormente discutidas, ao contrário, reforçou-as. As categorias de vulnerabilidade, discriminação algorítmica, controle informacional e responsabilidade das plataformas continuam a tensionar o Direito e exigem respostas normativas e interpretativas cada vez mais sofisticadas. A obra, portanto, permanece atual não porque descreve um momento tecnológico específico, mas porque enfrenta fenômenos relevantes do capitalismo informacional, cuja dinâmica apenas se intensifica com o tempo. A ampliação do número de textos e a incorporação de novos enfoques conferem agora ao livro um caráter ainda mais crítico e prospectivo. Ao reunir perspectivas plurais e interdisciplinares, esta edição não apenas atualiza o debate, mas o desloca para novos patamares de reflexão crítica, convidando o leitor a abandonar respostas intuitivas e a reconsiderar fundamentos clássicos do Direito do Consumidor diante da realidade algorítmica. Assim, mais do que continuidade, esta edição representa maturação: preserva a identidade do projeto original e, simultaneamente, amplia sua capacidade de questionar, desafiar e orientar a construção de soluções jurídicas para o presente e para o futuro Trecho da apresentação de Dennis Verbicaro e Janaina Vieira Homci
Ficha técnica
- sinopse
-
26 itens — ver lista
Relações Eletrônicas de Consumo 2ª Ed - 2026O livro analisa a interação do consumidor com as novas tecnologias relação essa assimétrica e marcada pelo agravamento de sua vulnerabilidade exigindo respostas rápidas e modelos regulatórios eficazes seja na rediscussão dos limites éticos necessários nessa interação muitas vezes forçada e determinista da inteligência artificial seja no aspecto do controle e responsabilidade das plataformas eletrônicas na economia de dados pessoais em crescente expansão. Propõe-se também a ressignificar o papel do Estado como agente regulatório responsável e respeitado pelasBig Techs assim como sugere um novo empoderamento do consumidor a partir de um modelo de identitário que melhor qualifique suas escolhas no mercado de consumo.A recepção alcançada pela primeira edição desta obra revelou algo que ultrapassou as expectativas meramente editoriais: demonstrou a existência de uma inquietação teórica real e duradoura acerca do modo como a tecnologia reconfigura as relações de consumo. As provocações trazidas no livro não são circunstanciais e sim estruturais na sociedade digital contemporânea. A segunda edição reafirma essa permanência temática. O avanço acelerado da inteligência artificial da plataformização e da economia de dados não tornou obsoletas as premissas anteriormente discutidas ao contrário reforçou-as. As categorias de vulnerabilidade discriminação algorítmica controle informacional e responsabilidade das plataformas continuam a tensionar o Direito e exigem respostas normativas e interpretativas cada vez mais sofisticadas. A obra portanto permanece atual não porque descreve um momento tecnológico específico mas porque enfrenta fenômenos relevantes do capitalismo informacional cuja dinâmica apenas se intensifica com o tempo.A ampliação do número de textos e a incorporação de novos enfoques conferem agora ao livro um caráter ainda mais crítico e prospectivo. Ao reunir perspectivas plurais e interdisciplinares esta edição não apenas atualiza o debate mas o desloca para novos patamares de reflexão crítica convidando o leitor a abandonar respostas intuitivas e a reconsiderar fundamentos clássicos do Direito do Consumidor diante da realidade algorítmica. Assim mais do que continuidade esta edição representa maturação: preserva a identidade do projeto original e simultaneamente amplia sua capacidade de questionar desafiar e orientar a construção de soluções jurídicas para o presente e para o futuroTrecho da apresentação de Dennis Verbicaro e Janaina Vieira Homci - CODPROERP
- LV554949
- Formato
- BROCHURA
- Número de Páginas
- 496
- Subtítulo
- Relações Eletrônicas de Consumo
- Titulo
- Relações Eletrônicas de Consumo
- Editora
- EDITORA FOCO
- Autor
- VARIOS
- Ano da Edição
- 2026
- EAN13
- 9788582425053
- Edição
- 2
- Idioma
- PORTUGUES
- Fabricante
- EDITORA FOCO
- ISBN
- 8582425058
- Páginas
- 496
- Peso
- 0.65
Tributos e contexto fiscal
NCM, CEST e tributos são referências fiscais brasileiras e podem não se aplicar em outros países.
IBS/CBS: o cClassTrib acima vem do enquadramento do NCM; percentuais dependem da operação, regime, data e destino.