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Seremos Dados
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- 9788574321783
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9788574321783
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Sem classificação fiscal cadastrada.
Descrição do produto
Em Seremos dados Marcus Bruzzo desconstrói as promessas da tecnologia e analisa o risco de abrirmos mão da imaginação. Um ensaio filosófico urgente sobre o que ainda nos distingue das nossas criações em um mundo regido por algoritmos. Entre todas as nossas invenções, nenhuma chegou tão perto de simular o espírito humano quanto a inteligência artificial. O que nasceu como uma ferramenta de extensão das nossas capacidades tornou-se um agente que opera sobre a vida, a morte e, principalmente, sobre a nossa imaginação. A criatura passou a refletir o criador, e esse reflexo agora ameaça despossuí-lo de seu lugar no mundo. Marcus Bruzzo parte desse assombro característico do nosso tempo. Para ele, a IA generativa não projeta o futuro, apenas reorganiza o passado. Seu poder de recombinação dissolve o que há de mais singular na criação humana: o excedente imaginário, o dom de sonhar o impossível que sempre definiu a criatividade ontológica, a capacidade de criar ou influenciar a realidade do ser e da existência. Estamos trocando a complexidade da experiência por uma simulação eficiente. Seremos dados investiga a antiga promessa de que a tecnologia nos libertaria. Hoje, ela parece cumprir o oposto. Quanto mais autônomas as máquinas, menos necessários nos tornamos. O risco não é o de sermos superados, mas o de nos reduzirmos ao funcionamento previsível que as máquinas imitam. A substituição não seria resultado de sua superioridade, e sim da nossa desistência. Este livro não se opõe ao avanço tecnológico nem o transforma em objeto de reverência. É uma reflexão filosófica urgente sobre como justificar nosso lugar em um mundo que programamos para nos substituir. Um chamado à defesa das coisas inúteis, da arte, do ócio, da escrita sem finalidade. Nelas talvez resista a última centelha do que nos fez, um dia, imaginar. 'A síndrome de Frankenstein assombra as muralhas do castelo antropocêntrico. Galileu e Copérnico nos tiraram do centro cosmológico. Freud exilou nossa consciência do controle racional pleno. A IA parece o querubim com espada flamejante que guarda o portão após nossa expulsão do Paraíso.' - do prefácio de Leandro Karnal
Ficha técnica
- sinopse
-
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Em Seremos dados Marcus Bruzzo desconstrói as promessas da tecnologia e analisa o risco de abrirmos mão da imaginação. Um ensaio filosófico urgente sobre o que ainda nos distingue das nossas criações em um mundo regido por algoritmos. Entre todas as nossas invenções nenhuma chegou tão perto de simular o espírito humano quanto a inteligência artificial. O que nasceu como uma ferramenta de extensão das nossas capacidades tornou-se um agente que opera sobre a vida a morte e principalmente sobre a nossa imaginação. A criatura passou a refletir o criador e esse reflexo agora ameaça despossuí-lo de seu lugar no mundo. Marcus Bruzzo parte desse assombro característico do nosso tempo. Para ele a IA generativa não projeta o futuro apenas reorganiza o passado. Seu poder de recombinação dissolve o que há de mais singular na criação humana: o excedente imaginário o dom de sonhar o impossível que sempre definiu a criatividade ontológica a capacidade de criar ou influenciar a realidade do ser e da existência. Estamos trocando a complexidade da experiência por uma simulação eficiente. Seremos dados investiga a antiga promessa de que a tecnologia nos libertaria. Hoje ela parece cumprir o oposto. Quanto mais autônomas as máquinas menos necessários nos tornamos. O risco não é o de sermos superados mas o de nos reduzirmos ao funcionamento previsível que as máquinas imitam. A substituição não seria resultado de sua superioridade e sim da nossa desistência. Este livro não se opõe ao avanço tecnológico nem o transforma em objeto de reverência. É uma reflexão filosófica urgente sobre como justificar nosso lugar em um mundo que programamos para nos substituir. Um chamado à defesa das coisas inúteis da arte do ócio da escrita sem finalidade. Nelas talvez resista a última centelha do que nos fez um dia imaginar. 'A síndrome de Frankenstein assombra as muralhas do castelo antropocêntrico. Galileu e Copérnico nos tiraram do centro cosmológico. Freud exilou nossa consciência do controle racional pleno. A IA parece o querubim com espada flamejante que guarda o portão após nossa expulsão do Paraíso.' - do prefácio de Leandro Karnal - CODPROERP
- LV543663
- Formato
- BROCHURA
- Número de Páginas
- 210
- Subtítulo
- A FILOSOFIA DA PERDA DO ESPACO HUMANO PARA A INTELIGENCIA ARTIFICIAL
- Titulo
- Seremos dados
- Editora
- DIFEL
- Autor
- MARCUS BRUZZO
- Ano da Edição
- 2026
- EAN13
- 9788574321783
- Edição
- 1
- Idioma
- PORTUGUES
- Fabricante
- DIFEL
- ISBN
- 8574321788
- Páginas
- 210
- Peso
- 0.3
Tributos e contexto fiscal
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