Livros
Gazeta Medica da Bahia:
Não Disponível- GTIN / EAN
- 9786525060453
- NCM
- Não informado
- CEST
- Não informado
- Conteúdo
- Não informado
Dados de produto preservados no idioma original.
Gazeta Medica da Bahia: é fabricado pela Não Disponível, na categoria Livros, com código de barras 9786525060453.
Fonte: SI5 Global
Código de barras
9786525060453
Classificação fiscal
Sem classificação fiscal cadastrada.
Descrição do produto
O livro
Gazeta Medica da Bahia: discurso emergente para doenças epidêmicas no século XIX discute a participação de médicos do contexto baiano no debate sobre algumas doenças epidêmicas que surgiram no Brasil entre 1850 e 1900, a exemplo da Febre Amarela, Cólera Morbus e Tuberculose. Por meio de publicações da Gazeta Médica da Bahia, periódico científico criado em 1866, por um grupo de médicos estrangeiros, como Otto Edward Henry Wucherer, John Ligerthood Paterson e José Francisco Silva Lima, assim como alguns professores da Faculdade de Medicina da Bahia, apresenta-se uma análise do discurso médico no âmbito dessas doenças e demonstra-se como esse coletivo estava atento aos acontecimentos mundiais da medicina, fazendo circular textos estrangeiros e originais relativos a descobertas, prevenções e tratamentos. Assim, este livro apresenta e analisa alguns artigos do periódico, em particular, aqueles produzidos pelo Dr. Joaquim dos Remédios Monteiro, médico ainda pouco estudado, que se mudou para Salvador em 1875 e em seguida transferiu-se para a cidade de Feira de Santana, no interior da Bahia. Como redator da Gazeta, contribuiu com diversos artigos a respeito da Tuberculose, com críticas ao pouco avanço na investigação da doença no Brasil. Escreveu sobre as teorias pasteurianas e ensaiou uma discussão sobre vacinas, antes da institucionalização da medicina experimental no país. Vale salientar que o Hospital da Santa Casa de Misericórdia da Bahia serviu como base para as investigações de cunho “experimental” para os médicos que compunham um estilo e coletivo de pensamento emergente no Brasil. Desse modo, o livro também discute a tentativa de criação do Instituto Bacteriológico na Bahia, em 1894, por meio de um artigo da Gazeta. Analisa, portanto, a negativa do legislativo baiano para a construção desse importante equipamento para o desenvolvimento da ciência na Bahia desde 1877. A partir disso, conclui-se que as discussões que ocorreram na Bahia, contribuíram para o desenvolvimento da medicina experimental institucionalizada no Rio de Janeiro a partir de 1900, que teve como pano de fundo o Instituto Soroterápico Federal, que depois se tornaria o Instituto Oswaldo Cruz e hoje a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz).Produto
Internacional: 59;Condição do
Item: 56;
Ficha técnica
- Informações do Produto
-
29 itens — ver lista
O livro Gazeta Medica da Bahia: discurso emergente para doenças epidêmicas no século XIX discute a participação de médicos do contexto baiano no debate sobre algumas doenças epidêmicas que surgiram no Brasil entre 1850 e 1900 a exemplo da Febre Amarela Cólera Morbus e Tuberculose. Por meio de publicações da Gazeta Médica da Bahia periódico científico criado em 1866 por um grupo de médicos estrangeiros como Otto Edward Henry Wucherer John Ligerthood Paterson e José Francisco Silva Lima assim como alguns professores da Faculdade de Medicina da Bahia apresenta-se uma análise do discurso médico no âmbito dessas doenças e demonstra-se como esse coletivo estava atento aos acontecimentos mundiais da medicina fazendo circular textos estrangeiros e originais relativos a descobertas prevenções e tratamentos. Assim este livro apresenta e analisa alguns artigos do periódico em particular aqueles produzidos pelo Dr. Joaquim dos Remédios Monteiro médico ainda pouco estudado que se mudou para Salvador em 1875 e em seguida transferiu-se para a cidade de Feira de Santana no interior da Bahia. Como redator da Gazeta contribuiu com diversos artigos a respeito da Tuberculose com críticas ao pouco avanço na investigação da doença no Brasil. Escreveu sobre as teorias pasteurianas e ensaiou uma discussão sobre vacinas antes da institucionalização da medicina experimental no país. Vale salientar que o Hospital da Santa Casa de Misericórdia da Bahia serviu como base para as investigações de cunho “experimental” para os médicos que compunham um estilo e coletivo de pensamento emergente no Brasil. Desse modo o livro também discute a tentativa de criação do Instituto Bacteriológico na Bahia em 1894 por meio de um artigo da Gazeta. Analisa portanto a negativa do legislativo baiano para a construção desse importante equipamento para o desenvolvimento da ciência na Bahia desde 1877. A partir disso conclui-se que as discussões que ocorreram na Bahia contribuíram para o desenvolvimento da medicina experimental institucionalizada no Rio de Janeiro a partir de 1900 que teve como pano de fundo o Instituto Soroterápico Federal que depois se tornaria o Instituto Oswaldo Cruz e hoje a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). - Tamanho
- 5x24x28
- Fabricante
- ARTES MEDICAS
- Peso
- 0.167
- Tipo de produto
- Educação, Referência e Didáticos
- Ano de publicação
- 2024
- Autor
- Santos, Davilene Souza
- Editora
- ARTES MEDICAS
- Número de páginas
- 117
- Edição
- 2024
- Tipo de capa
- Brochura
- ISBN-13
- 9786525060453
Tributos e contexto fiscal
NCM, CEST e tributos são referências fiscais brasileiras e podem não se aplicar em outros países.
IBS/CBS: o cClassTrib acima vem do enquadramento do NCM; percentuais dependem da operação, regime, data e destino.